Categoria: Geral

  • A Arte da Escrita: Forma vs Conteúdo

    A Arte da Escrita: Forma vs Conteúdo

    Tenho visto discussões em redes sociais pensando em formas de escrita. Vejo pessoas que se preocupam demais com esta questão, a forma. Porém, na maioria dos casos esquecem do principal, que é o conteúdo. E é justamente isso que quero trazer para uma reflexão neste dia: na arte da escrita, o que é mais importante? Forma ou Conteúdo?

    livros

    Acompanhe este artigo para compreender um pouco sobre esta diferença e transforme sua escrita com dicas fáceis.

    O que é Forma?

    Vamos considerar forma de escrita como o livro é escrito. E, nesta etapa, temos algumas questões que sempre entram em discussão, normalmente por conta de gosto pessoal e estilo do autor.

    Como forma de escrita temos:

    • Narração em primeira ou terceira pessoa.
    • Texto com mais diálogos ou com mais narração.
    • Linguagem mais culta ou mais popular.
    • Capítulos grandes ou capítulos pequenos.
    • Ilustrações, se usam ou não.
    • Qual gênero utiliza na hora de escrever.
    • Nomes que utiliza.
    • Se cria um mundo ou se usa nosso mundo.  
    • Se a história é contada no passado ou no presente.

    Entre outras questões que são focadas em que modo vai ser escrito, quais as escolhas que o autor fez na hora de publicar seu texto.

    A pergunta que quero lhe fazer, de maneira franca, é: o quanto a forma realmente importa? Para você, como leitor, a forma é importante até que ponto?

    Imagine que você pega um livro. Você vai se preocupar de cara com a forma? Ou vai se preocupar com o conteúdo?

    O Conteúdo

    A relevância do conteúdo é o primeiro passo para fazer um bom livro. E, aqui, repousa o grande segredo de uma boa história, de um bom livro.

    Vejo muitos autores pensando tanto em forma e esquecendo do principal: o conteúdo do seu texto.

    E o que é o conteúdo? Conteúdo é o que você escreve, de que maneira a mensagem que você quer passar é realmente detalhada no seu livro.

    Pense em conteúdo como:

    • Linguagem: um texto livre de erros gramaticais e ortográficos, coerente e coeso. É impossível pensar em um bom livro que não passe por uma revisão e que chegue nas mãos do leitor cheio de erros. Vejo muitos livros “jogados” no mercado, com erros, mal escritos, sem estrutura gramatical, sintática. Mal feitos. Este tipo de livro tem aumentado por conta de autopublicação, onde a pessoa faz tudo e lança de qualquer maneira. Fadado ao fracasso.
    • Ritmo: um livro que não tenha uma narrativa envolvente, que seja aquele texto que não tem ritmo, que fica preso em questões irrelevantes, que seja cansativo, jamais será um bom texto. Um texto que tenha ritmo envolve o leitor até o final. Você precisa prender a atenção do seu leitor a cada capítulo, a cada página.
    • Narrativa: você tem uma boa ideia? Tem uma boa narrativa para ser executada? Ou sua história não tem uma narrativa organizada? Lembre-se do que é falado em Alice no país das maravilhas: se você não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve. Um texto sem uma organização, sem um enredo e uma narrativa definida, a chance de ter diversos “furos”, incoerências, é gigantesca.
    • Desenvolvimento da narrativa: sua história é detalhada ou parece aquele roteiro não desenvolvido? Você está desenvolvendo a sua história de forma que o leitor compreenda o todo daquela cena ou simplesmente joga sentenças mal feitas sem desenvolver nada? A riqueza de detalhes vai fazer a diferença em seu conteúdo. E isso envolve o leitor.

    Se você trabalha seu conteúdo, independente da forma, e faz bem feito, você vai prender a atenção do seu leitor. E, com um bom conteúdo, você tem a certeza de entregar o seu melhor no texto. E o trabalho do escritor só está bem feito se ele entrega o melhor.

    Afinal, você, como leitor, quer sempre os melhores livros. E como autor, está entregando o melhor conteúdo para seus leitores?

  • Lendas de Ladhone e a criação desse universo de fantasia

    Lendas de Ladhone e a criação desse universo de fantasia

    Tudo começou LITERALMENTE com um sonho. Jéssica sonhou com a base da história. Dragões, lobos, maldição, sangue, feiticeiros e o encontro de um cavaleiro dos lobos com um pequeno dragão. E foi a partir dessa premissa, desse sonho, que o universo de Lendas de Ladhone nasceu.

    Hoje, quando estamos lançando o primeiro volume da série AVENTURAS, nosso artigo vai falar um pouco sobre Lendas de Ladhone e a criação de um universo de fantasia.

    O início

    Lendas de Ladhone é um livro escrito por Isaque Cipriano e Jéssica Torres. A ideia original surgiu de Jéssica, com o sonho que fomentou todo o pano de fundo do universo de lendas. Depois, a ideia foi repassada para Isaque e, a partir de então, juntos, desenvolveram a história e os elementos que fazem de Lendas de Ladhone algo único.

    Inicialmente, a ideia era ser apenas um livro. Porém, à medida que o enredo era desenvolvido, ficou decidido que a história seria dividida em três partes. Assim, desde o início, a trilogia principal ficou decidida:

    • 1ª Lua: Dragões e Lobos
    • 2ª Lua: O Fogo Negro da terra
    • 3ª Lua: O Pêndulo dos tempos

    Com o enredo pronto, a primeira história foi elaborada. E, assim, nascia o universo de Lendas de Ladhone.

    O Jogo

    Enquanto a primeira história passava por revisão, uma nova ideia já surgia. Criar um jogo baseado em Lendas de Ladhone.

    Desenvolvido no programa RPG Maker, Lendas de Ladhone – O Jogo é baseado no primeiro capítulo do livro, sendo um enorme sucesso desde seu lançamento entre crianças e adultos que acompanharam a aventura interativa.

    O jogo está disponível em nosso site para jogar gratuitamente.

    A série principal

    Lendas de Ladhone acompanha as aventuras de um grupo inusitado que se uniu sob a luz da primeira lua vermelha. Eles saem em uma jornada em busca de respostas para as suas vidas e, junto com isso, encontrar soluções para o mundo de Ladhone.

    Os protagonistas são:

    • Nina: menina doce e meiga. Seu pai esconde um segredo dela.
    • Haveed: pai de Nina. Cavaleiro de Xephote.
    • Lucy: feiticeira de terras distantes.
    • Hati: lobo usado como experimento porque não se transformava em humano.
    • Inwe: dragão capturado que se transforma em mulher e vive grande conflito interno.

    Além deles, existem personagens marcantes e importantes para a história:

    • Camilla: uma feiticeira muito antiga.
    • Howard: lobo perdido.
    • Etarish: A Graciosa, feiticeira branca responsável por cuidar de Ladhone.

    E os vilões presentes são vários, com destaque para:

    • Unanta: um forte homem que usa magia negra.
    • Gragphar: líder dos feiticeiros negros.
    • Edrazahl: feiticeiro negro que lançou maldição em Ladhone.

    Você ainda vai encontrar diversos personagens ao longo da série, fazendo com que se encante, se emocione, ria, chore e se divirta com este grupo.

    E o que vai acontecer? Só lendo a história para que você saiba.

    O que significa a profecia? Será que encontrarão a cura? Conseguirão vencer o mal?

    Lendas de Ladhone: Livro de Aventuras

    A série Aventuras vem trazer de maneira mais real o formato jogo/RPG para o universo de Lendas. Como sugestão de leitores, criamos um Livro-jogo com sistema RPG solo, que também faz parte de uma série:

    • Volume 1: Xephote.
    • Volume 2: Braethage.
    • Volume 3: Humanos de terras distantes.
    • Volume 4: Aventuras em grupo.

    Na série Aventuras, você toma decisões no meio do livro, que levarão a diferentes finais de acordo com os caminhos escolhidos. No livro 1, são possíveis 20 finais diferentes, contendo detalhes, histórias e personagens que não aparecerão nos outros.

    Você ainda tem a oportunidade de jogar batalhas com um sistema de RPG, criar personagens e acessar diversos extras.

    Conseguirá você fazer todos os finais?

    O destino de Ladhone está em suas mãos.

    O Universo de Ladhone em expansão

    Além das séries principais e Aventuras, temos também o Lendas de Ladhone: Card game que você pode montar e jogar com seus amigos e o jogo de Ludo, para se divertir.

    Se quiser, ainda temos a camisa, os marcadores, bloco de anotações e o lobo e dragão de pelúcia.

    Ou seja, nosso universo está se expandindo cada vez mais.

    O futuro de Lendas de Ladhone

    Além dos próximos volumes das séries, muitas surpresas ainda aguardam Ladhone. A expansão continua em suas diversas mídias. E, assim, nosso objetivo sempre é que tenhamos um livro de fantasia de qualidade, com uma história empolgante e que venha a trazer conteúdo para todos.

    Por isso, você que acompanha nosso site, nossas lives e nossas postagens, sempre está por dentro de tudo que está acontecendo.

    Previsão de lançamentos

    Série Principal:

    • Lendas de Ladhone – 1ª Lua: Dragões e Lobos – Lançado em 10 de outubro de 2020.
    • Lendas de Ladhone – 2ª Lua: O Fogo Negro da terra – Lançamento previsto para outubro de 2021.
    • Lendas de Ladhone – 3ª Lua: O Pêndulo dos tempos

    Série Aventuras:

    • Lendas de Ladhone – Livro de Aventuras. Volume 1 – Xephote – Lançamento em 27 de abril de 2021.
    • Lendas de Ladhone – Livro de Aventuras. Volume 2 – Braethage
    • Lendas de Ladhone – Livro de Aventuras. Volume 3 – Humanos de terras distantes
    • Lendas de Ladhone – Livro de Aventuras. Volume 4 – Aventuras em grupo

    Spin-offs

    • Lendas de Ladhone – Camilla (título provisório)
    • Lendas de Ladhone – Dragões de Hetvam (título provisório)

    E você, está pronto para acompanhar toda esta aventura?

  • 4 Sites para ajudar na criação da sua história

    4 Sites para ajudar na criação da sua história

    Dentre todas as perguntas que recebo sobre criação de histórias e livros, uma delas é frequente: como eu posso gerar personagens e mundos para as minhas histórias?

    Um bom personagem tem que ter uma característica própria. Não adianta você ter dois, três personagens na mesma história ou em história diferentes e eles serem exatamente iguais. Assim como as pessoas, os personagens precisam possuir personalidade própria. Por isso, é importante que você gere personagens únicos.

    Algumas perguntas para lhe ajudar a gerar a personalidade dele: como ele se sente? Como ele reage a essa situação? O que o motiva na história? Quais suas reais intenções? Esse personagem é igual a algum outro que já criei?

    Pense, também, em características físicas: idade, sexo, estrutura corporal, características próprias (cicatrizes, barba, marca de expressão etc.).

    Para ampliar mais ainda, pense em: raça (humano, ogro, dragão, híbrido etc.), origem e tudo mais que o cerca. É uma divindade? É um ser mortal? Imortal? Um monstro? Um objeto?

    E aí chega uma grande questão: como escolher o nome para seu personagem.

    Pensando nisso, seguem dois sites que podem lhe ajudar nessa tarefa. Lembrando que o site não faz tudo sozinho, você tem que usar a sua criatividade, colocar as características e gerar a lista de nomes.

    1- Gerador de nomes de Fantasia – clique aqui para acessar

    Este site é bem simples. Você escolhe o tipo de nome que quer, de acordo com a lista de possibilidades, escolhe se quer um nome curto, longo ou médio, e clica em “gerar nomes”. Depois, é só escolher na lista ou gerar novos nomes para seus personagens.

    2- Gerador de nomes – clique aqui para acessar

    Neste site, você tem algumas interessantes opções, como escolher nome de família e origem dos nomes. É tão simples quanto o outro de usar. Basta colocar e clicar em gerar nomes.

    3- Gerador de mundos

    Se o seu objetivo é criar um mundo novo para sua história, saiba que você consegue fazer isso facilmente com os dois sites abaixo. Neles, você gera o mapa como deseja e pode criar seu mundo em cima dele.

    Donjon – clique aqui para acessar

    Você escolhe o nome, as dimensões, a quantidade de água, gelo, e gera o seu mundo.

    Além disso, tem a possibilidade de criar um mundo aleatório, facilitando caso não tenha as informações que queira.

    Azzgaar’s – clique aqui para acessar

    Clique na seta no canto superior esquerdo e escolha todas as opções que deseja para criar seu mundo.

    Você tem opção de diversos tipos de mapa, o que vai tornar sua descrição e seu mundo mais ricos.

    Seguindo essas dicas, você consegue gerar rapidamente personagens e mundos para suas história.

    Gostou das dicas? Foi útil? Deixe um comentário e compartilhe com seus amigos!

  • A Arte da Escrita: Poesia e poemas

    A Arte da Escrita: Poesia e poemas

    O gênero literário onde iniciei minha carreira pela escrita e que está cada vez mais em alta é a poesia. E, no artigo de hoje, vamos falar um pouco sobre a poesia e a construção de poemas. Como essa expressão artística é mais do que simplesmente uma forma de escrever, mas uma forma de transmitir para o papel aquilo que há dentro da alma.

    Ficou curioso? Leia até o final e conheça um pouco desse gênero.

    Poesia e Poema: qual a diferença?

    Sempre ouço pessoas perguntando a diferença entre poesia e poema. Nos próximos parágrafos, vou trazer algumas definições para você compreender de vez o que é cada um dos dois.

    Poesia – é tudo que usa recursos especiais para expressar significado. Uma pintura, um desenho, uma cor, uma sensação. Na literatura, uma expressão interessante é que poesia é lirismo. Podemos dizer que é um movimento, uma forma de expressão diferenciada.

    Poema – O poema é a realização concreta da poesia em versos. É o texto organizado em versos que podem rimar ou não e ter diferentes formas. Traz uma expressão em texto da poesia. E talvez seja essa a melhor definição, poema é um tipo de texto que constitui o gênero “poesia”.

    Por que escrever poemas?

    OS poemas, ou poesias, são formas de expressão. Você transmite para o papel sentimentos, sensações, aquilo que está na sua alma. Assim, você transmite para o outro sua mensagem de formas diferentes, através de diversas expressões.

    Os poemas são excelentes portadores de significados, que podem gerar, inclusive, diferentes interpretações de acordo com o leitor. E talvez seja essa a magia, criar significados dentro de um mesmo texto.

    Assim, se você quer expressar tudo que há na alma, através de textos, os poemas são excelentes portadores de toda essa expressão.

    Um pouco do mundo de poemas e poesias

    Se você quiser conhecer alguns poemas, entre em nosso link “Outros livros dos autores” e conheça o recém-lançado “A Ponte onde rolam as Lágrimas – Coletânea Poética”. É a reunião de 48 poemas e duas poesias em prosa. Com certeza você vai embarcar nessa jornada de significados e expressões. Está disponível em livro físico pela UICLAP e em e-book na Amazon.

    Como outras formas de poesias, podemos citar quadros, fotos, expressões artísticas e até jogos. Há um jogo eletrônico chamado “Flowers” da empresa “Thatgamecompany”. Esse jogo foi definido como “uma poesia em forma de jogo”, por conta de toda a sua expressão visual, artística, musical e enredo.

    Então, podemos dizer que a poesia está na beleza da expressão em todas as suas formas de arte e que o poema é a realização concreta, através de textos em versos, da poesia.

    Gostou de nosso post? Deixe um comentário e compartilhe com seus amigos!

  • Como uma boa descrição no processo de escrita melhora meu texto?

    Como uma boa descrição no processo de escrita melhora meu texto?

    Imagine que você está lendo um texto onde não há descrição de nada. Qual a sensação que vai trazer a você, leitor? Será que vai lhe prender ou vai fazer com que a história fique sem sentido?

    Pensando nisso, o nosso artigo hoje é sobre descrição no processo de escrita, trazendo dicas e alguns exemplos para que seu texto seja cada vez mais rico.

    Acompanhe até o final e veja um exercício proposto para que você possa descrever melhor cenários e pessoas no seu texto.

    O processo de escrita e a descrição

    Quando começamos a escrever, muitas vezes temos em mente o local onde se passa a história, as características dos personagens e tudo mais que cerca aquele mundo onde os acontecimento se darão. O problema é quando essa descrição não vai para o papel. Ao escrever, é importante que você tenha em mente a importância da descrição de cenários e pessoas para o leitor construir a imagem do texto.

    Observe o texto abaixo:

    “Ela chegou e entrou na sala. Saiu depois que a cadeira caiu.”

    Apesar de uma frase solta, vamos utilizá-la como exemplo para melhorar a descrição no processo de escrita. Veja só:

    “Ela chegou na antiga casa feita de pedras. Entrou pela porta de metal que rangia ao ser mexida. Deparou-se com uma sala ampla, retangular, onde havia uma mesa de vidro e duas cadeiras de madeira antigas. Naquele momento, a cadeira caiu, sem que nada tocasse nela. Tomada de um medo, ela deixou a sala pela porta que acabara de entrar.”

    Observe que o acontecimento é o mesmo. A diferença é que no segundo exemplo há uma maior riqueza de detalhes.

    Limites – até quanto descrever e até quanto deixar o leitor inferir?

    Existe uma tênue linha entre o que descrever na escrita e o que deixar para que o leitor faça inferências. Aqui, entrará questões como gosto e estilo. O ideal é que haja um equilíbrio, envolvendo o leitor naquela cena e possibilitando que ele infira , complete mentalmente o cenário.

    Porém, alguns autores preferem fazer uma descrição minuciosa de cada detalhe, tornando a obra ainda mais rica. O cuidado que se deve ter é para que, nessa descrição ampla, não deixe o texto sem ritmo.

    Veja os três exemplos abaixo:

    1- Ela chegou na casa e entrou pela porta.

    Uma descrição simples, pobre. Se essa casa e essa porta não foi contextualizada antes, não se sabe como ela pode ser. Não há uma descrição do cenário, somente uma colocação.

    Textos como esse acontecem muito em livros feitos por pessoas que têm o intuito de acabar rápido sua história. Correm com o texto, querendo lançar sem se preocupar com um texto mais aprimorado. Com isso, criam histórias pobres e que não geram engajamento. Ou seja, ignora por completo a descrição no processo de escrita.

    2- Caminhando lentamente, ela chegou à casa de pedras que buscava. Construída há muito tempo, usava blocos grandes encaixados para formar a imensa parede. A porta de madeira, antiga e com detalhes talhados à mão, rangeu quando ela entrou.

    Neste segundo exemplo, o texto é descrito de maneira equilibrada, sem perder o ritmo dos acontecimentos. Veja que você consegue imaginar como é a casa e, o que possa faltar, fica por conta da imaginação.

    Este tipo de descrição no processo de escrita é o que muitos autores preferem usar. Mantém o equilíbrio e o ritmo do texto.

    3- Caminhando lentamente sobre o chão feito de terra vermelha com pedrinhas amarelas, ela chegou na frente da casa. Construída há mais de meio século, a casa possuía quatro paredes de pedra. Cada parede era construída com imensos blocos de pedra de igual tamanho, retirados de uma pedreira próxima. As pedras, de cor amarela e com rajados pretos, foram cortadas para que, ao se encaixarem na parede, mantivessem seus desenhos sempre virados para a parte de fora. Foram coladas com um tipo de cimento vermelho e, por cima de tudo, uma resina transparente foi aplicada para proteção. Apesar disso, por se passarem tantos anos, as pedras já demonstravam marcas de fungo verde, o que poderia ser um sinal de que não eram lavadas há muito tempo. Ela olhou para a porta feita de madeira. Um material raro, tirada de florestas, tinha uma coloração avermelhada. Cada parte da porta foi esculpida manualmente, formando ondas que iam percorrendo os lados da porta. A maçaneta era feita de latão amarelo, comprida. Ela girou. Naquele momento, ouviu-se um rangido das dobradiças antigas que já estavam enferrrujadas.

    Se notar, este texto tem uma grande quantidade de detalhes. Se esses detalhes não forem tão importantes para a narrativa, acaba tornando o texto cansativo. Por isso, o processo de escrita precisa de equilíbrio.

    Ainda assim, é melhor mais descrição do que menos. Dentre todos, o pior é não ter descrição nenhuma.

    E como treinar descrição?

    Propomos, no último Papo de Escritor, um exercício de descrição. Acesse a aba “Papo de Escritor” e baixe o arquivo “Um Carnaval de Ideias – Exercício de descrição”. Depois, veja a sequência de imagens e crie um texto descrevendo o que você vê. Cenário, personagens, e tudo mais.
    Crie uma história com as imagens e mande para nós!

    Gostou do texto? Deixe um comentário e compartilhe com seus amigos!

  • Romance Histórico – que gênero literário é esse?

    Romance Histórico – que gênero literário é esse?

    Na última terça-feira, no Papo de Escritor, tivemos um papo muito bacana com o escritor Viktor Waewell, autor do romance histórico Novo Mundo em Chamas. Se você não assistiu, pode conferir na aba “Papo de Escritor”.

    Novo Mundo em Chamas é um romance histórico que se passa no Brasil, no século XVII, após a batalha contra os Holandeses. É uma história sensacional e uma excelente aula de História. Se você não conhece, clique no link abaixo e visite o site oficial do autor.

    viktorwaewell.com.br

    Ao final da conversa, apesar da pergunta ter sido respondida, algumas pessoas ainda ficaram em dúvidas. O que caracteriza um romance histórico?

    Acompanhe o artigo e descubra um pouco mais desse gênero.

    Definição de Romance Histórico

    Quando falamos de Romance Histórico, estamos nos referindo a um gênero literário. Lembre-se que ROMANCE não significa, aqui, história de amor, mas uma narrativa longa e detalhada.

    Um Romance Histórico é caracterizado, basicamente, por uma história de ficção ambientada em algum momento histórico de determinada sociedade onde personagens da ficção são influenciados diretamente ou indiretamente por personagens reais.

    Se pegarmos o livro do Viktor Waewell, por exemplo, você vai reconhecer diversos personagens históricos que tiveram influência direta com o desenrolar da história. Entre eles, sem dar spoiler, um personagem que aparece na história é o famoso Zumbi dos Palmares, ainda bebê devido o momento histórico onde se ambienta o livro.

    Então, de maneira resumida, você ambienta sua história de ficção dentro de um momento histórico de determinada sociedade, descrevendo os costumes, roupas, linguagem, culinária e todos os detalhes que conseguir daquele momento, principalmente geográfico e histórico.

    Com isso, além de sua trama se desenvolver, existe um conteúdo muito grande acrescentado no desenvolvimento, o que traz para o leitor mais do que simplesmente uma ficção, mas uma verdadeira aula de história.

    Quero escrever um romance histórico. Quais as dicas?

    Se você achou interessante este gênero e quer se arriscar a escrever um romance histórico, seguem algumas dicas para que não se perca:

    • Defina claramente qual o momento histórico que você quer abordar em seu livro.
    • Tenha o enredo da sua história programada e adaptada para aquele momento histórico que será apresentado.
    • Comece uma pesquisa em todas as fontes que conseguir para ter a maior quantidade de informações possíveis sobre o momento escolhido (geografia, vestuário, personagens principais reais, acontecimentos, culinária, etc.). Quanto mais informação, melhor para você.
    • Cuidado para que você não venha a modificar a história sem querer, colocando elementos que não existiam naquele ponto da história.
    • Tenha, além de leitores betas, pelo menos um historiador que possa revisar sua obra.
    • O restante, é usar a criatividade, desenvolver seu enredo, revisar seu texto e lançar seu livro.

    Gostou das dicas? Quer conhecer mais sobre romance histórico? Leia o livro Novo Mundo em Chamas e você, além de aprender sobre este momento da história do Brasil, vai aproveitar esta excelente leitura.

    Deixe um comentário e compartilhe este post com seus amigos!

  • A importância da pesquisa para a escrita

    A importância da pesquisa para a escrita

    Muita gente acha que é só abrir o programa de edição de texto ou pegar um papel e uma caneta e começar a escrever que, em breve, o livro estará pronto. Mas, nós que já estamos há algum tempo escrevendo, sabemos que não é bem assim. Escrever exige pesquisa, dedicação, prática.

    E hoje quero falar um pouco sobre pesquisa. Acompanhe nosso artigo para conhecer a importância que ela tem dentro do texto.

    Coleta de dados

    A primeira e talvez mais importante função de uma pesquisa é a coleta de dados. Quando você está escrevendo, muitas vezes vai precisar de dados para validar seu texto.

    Esta importância é vista em muitos gêneros. Porém, tem um em que , claramente, não é possível escrever sem coletar dados: a ficção histórica.
    Quando se escreve sobre determinado período da história, é necessário que se pesquise muito mais para que as informações estejam corretas.

    Cenários, personagens, lugares, tudo é importante nesta coleta de dados para escrever. Porque com esses dados, você tem a certeza de que está escrevendo com as informações corretas.

    Maiores detalhes na escrita

    Quando você escreve e pesquisa pequenos detalhes, sua escrita fica mais rica. Às vezes, um pequeno detalhe que possa parecer irrelevante vai fazer com que o sentido da sua história seja outro.

    A quantidade de botões de uma roupa, a textura usada em determinada parede, a quantidade de tentáculos de um animal marinho, a época de plantio de determinada fruta, tudo pode parecer pequeno, mas que vai trazer uma grandiosidade enorme em sua escrita.

    A importância da pesquisa para a escrita é tanta que, com esses detalhes, você fará com que a história se aproxime mais da realidade do leitor, de forma que ele quase possa apalpar o texto.

    Conhecer estilos de escrita

    Se você é escritor, sabe que, para escrever determinado gênero, é importante ler sobre ele.

    Vivemos em uma era onde as pessoas têm preguiças de ler. E não é raro encontrar aqueles que se dizem “escritores” que jamais leram um livro. Pasmem. Mas é verdade.

    Isso acontece porque as pessoas não querem se dedicar para escrever. A verdade é que pensam somente em fazer sem saber o que estão fazendo.

    Conhecer diversos estilos de escrita é importante para que você tenha um repertório mental muito maior, um conhecimento de gênero, expressões, formas de escrever, que vão trazer, para sua escrita, diversos benefícios.

    Não é que você vá copiar alguém. Não. Mas você pode se inspirar em determinados autores para que conheça o estilo de escrita e, assim, seu texto seja mais rico.

    Aumentar o vocabulário

    Quando você começa a pesquisar, você deixa seu vocabulário mais rico. Novas palavras, novas expressões, novas formas de escrever e fazer os textos, que tornam seu texto mais rico.

    Não é sair escolhendo palavras difíceis e escrever em todo o texto, é saber variar com seu repertório de palavras para que seu texto não fique repetitivo. Com isso, sua escrita vai ganhar novos contornos e vai ficar muito melhor.

    Vamos pesquisar então!

    São tantos os benefícios que eu agora lhe desafio: que tal pesquisar sobre o assunto que está escrevendo, texto, personagem ou algo relacionado com seu livro? Tenho certeza que seu texto vai ficar muito melhor e que sua escrita será bem mais rica e elaborada.

  • Escrita Criativa – o que é e como desenvolver?

    Escrita Criativa – o que é e como desenvolver?

    Não basta escrever. É preciso que se escreva bem, de maneira clara e de forma criativa.

    Muitos acham que escrever é simplesmente colocar palavras no papel. Mas, na verdade, é uma prática que exige estudo, dedicação e muita criatividade. Uma das técnicas que mais se fala atualmente é a escrita criativa.

    Acompanhe este artigo e descubra o que é escrita criativa e dicas para melhorar sua forma de escrever.

    O que é Escrita Criativa?

    Escrita Criativa é o conjunto de técnicas, práticas e exercícios usado para desenvolver a criatividade, a expressão literária e melhorar sua capacidade de comunicação e de prender a atenção do seu leitor.

    Muitos falam que escrever é “dom”. Não. Escrever é uma arte que exige prática. Dedicação. Quanto mais você praticar mais você escreverá melhor. A escrita criativa vai trazer técnicas, dicas, exercícios, desafios, para que você melhore seu método de escrita. Assim, você tem a certeza de que está fazendo um trabalho bem melhor.

    E o resultado? Serão textos que gerem engajamento dos leitores. Textos que prendem a atenção e que façam com que sua história seja melhor contada.

    Como desenvolver a Escrita Criativa?

    No Papo de Escritor dessa semana, passamos dez dicas para que sua escrita criativa seja desenvolvida. Com elas, você consegue melhorar sua forma de pensar e transmitir para o papel aquilo que deseja.

    Não assistiu? Acesse a aba “Papo de Escritor”. O vídeo está disponível no Youtube e no Twitch.

    Além disso, o arquivo em PDF com as dicas que apresentamos no programa está disponível para download.

    Quero melhorar ainda mais minha escrita – como fazer?

    Você encontra na internet diversos cursos voltados à escrita criativa. Neles, você vai aprender técnicas que lhe ajudarão a desenvolver a forma de escrever e ainda fazer com que você aumente sua criatividade, trazendo novos elementos para seus textos.

    Nós temos o Programa Escritor Memorável. Se você deseja conhecer, entre em contato conosco através do formulário de contato solicitando informações. Neste programa, faremos um acompanhamento completo com mentorias onde você vai desenvolver seu texto, sua gramática, sua ortografia, melhorar o desenvolvimento e, por fim, lançar seu livro em uma plataforma de autopublicação.

    Assim, mais do que desenvolver a escrita criativa, você vai se tornar realmente um escritor memorável.

  • A importância da Revisão no seu texto

    A importância da Revisão no seu texto

    Se tem algo que desagrada profundamente os leitores é um livro com desvios ortográficos e gramaticais graves. Por isso, é essencial que você, que quer lançar seu livro, passe o texto por uma revisão. É a partir dela que possíveis desvios, erros de digitação e até falhas mais graves, como falta de coesão e coerência em um texto.

    Acompanhe o artigo até o final e saiba mais sobre a importância da revisão no seu texto.

    Revisão: o respeito à nossa língua

    Não basta escrever. É necessário escrever com uma boa ortografia e gramática. Vários textos que já lemos são escritos de maneira bem desleixada, o que, além de trazer descrédito para o autor, também é uma falta de respeito à língua.

    Como um escritor não respeita a própria língua?

    Há uma diferença entre erros graves, grotescos, com eventuais que podem ocorrer. Alguns escrevem de uma forma tão ruim que palavras simples, construções simples, se tornam criações tão absurdas que compromete a compreensão.

    Se um autor realmente se preocupa com um texto bem escrito, ele vai se preocupar em manter a ortografia e gramática bem utilizadas em seu texto. E a revisão é parte essencial desse processo.

    Erros vs Estilo

    Existem aqueles que conhecem as regras para quebrá-las. Da mesma forma, existem aqueles que não sabem escrever. É importante diferenciar ambos.

    Um autor que queira, por exemplo, reproduzir uma fala de determinado grupo, com gírias e o jeito único de falar, está usando um estilo de escrita que valoriza seu texto.

    Um autor que não sabe escrever corretamente vai deixar um texto tão confuso que a sua própria compreensão é um grande exercício. É clara a diferença entre ambos.

    “Ah, mas é função do Revisor”

    Esta é a frase que todos aqueles que não têm o verdadeiro valor da língua falam.

    Sim, o revisor tem a função de revisar. A importância da revisão consiste em encontrar e minimizar os erros, se possível, a zero. Porém, a função do escritor é e sempre será escrever bem e procurar consertar seus erros.

    Por mais que o revisor vai resolver uma grande quantidade de problemas, a função de escrever bem é do escritor.

    Quando um copidesque se encontra com um texto muito mal escrito, ele, muitas vezes, marca o texto para ser reescrito. Afinal, ele vai consertar problemas. Isso não significa reescrever o texto todo. Por isso, a revisão é revisão e não “reescrição”, palavra inventada para este momento.

    Fiz e a revisão e tem erros, e agora?

    Há de se lembrar um ponto importante. O processo de revisão é humano. Com isso, mesmo com aquele olhar bem atento, pode acontecer de você encontrar um erro, ou até um leitor.

    Revisor também erra. Principalmente se o livro estiver mal escrito. Muitas vezes são tantos erros que é difícil encontrar um acerto. Trabalho redobrado para o revisor.

    Encontrou erro? Faça uma nota, avise seus leitores, divulgue uma errata. Existem mecanismos para corrigir seus erros. O importante é que corrija.

    O que adianta saber que tem erros, corrigir os erros e, no final preferir manter do que seguir o que a revisão lhe mostrou?

    Por isso, mais uma importância da revisão é manter seu livro da melhor forma possível. Se possível, sem erros.

    Quero fazer revisão. Onde encontrar?

    Conforme mencionado, você pode encontrar revisão para o seu texto conosco. Fazemos três tipos de revisão:

    • Revisão ortográfica e gramatical;
    • Copidesque – inclui revisão gramatical e ortográfica, além de consertos departes do texto, alterações que deixem a leitura mais fluída.
    • Revisão Crítica – vamos ler seu texto e fazer um relatório, mostrando pontos que podem ser melhorados, possíveis contradições, falta de coerência e o que mais for necessário.

    Quer saber mais sobre revisão conosco e ter um orçamento gratuito além de um preço especial para seu livro? Entre em contato conosco pelo formulário do site ou por e-mail. Vamos lhe responder e fazer um preço excelente para revisar o seu texto!

  • A relação de Jogos e Literatura

    A relação de Jogos e Literatura

    Você que gosta de ler, de acompanhar diversas sagas, com certeza já viu que algumas histórias ultrapassam a barreira dos livros. Viram filmes, séries, desenhos animados e também jogos.

    No artigo de hoje quero conversar com você sobre a relação de jogos e literatura, e mostrar como os jogos em todos os âmbitos podem trazer uma experiência ainda maior para sua leitura.

    Acompanhe nosso artigo e descubra a relação de jogos e literatura, assim como tenha uma prévia de alguns projetos do universo de Lendas de Ladhone.


    Jogos e Literatura – Tabuleiros

    Todos gostam de um bom jogo de tabuleiro, não é? Seja damas, xadrez, jogos de estratégia, de investigação, de conquista, os tabuleiros estão no mercado há muitos anos, trazendo mais do que diversão. São aprendizados de habilidades únicas para a mente.

    Muitos livros já se transformaram em jogos, se tornando grandes sucessos também na diversão com os personagens e histórias famosas. Alguns exemplos são os famosos Robinson Crusoé, Mobi Dick, O Pequeno Príncipe, Harry Potter, entre tantos outros que fazem sucesso não só nos livros, mas nas partidas da tarde com a família.

    Assim, o universo de possibilidades que se expande com os jogos é gigantesco. Porque quem leu e conhece, vai querer ter os jogos para se divertir também.

    Para quem gosta das sagas, é um incentivo para colecionar, para ter aqueles itens em suas estantes e ter mais que a literatura, mas os jogos para aproveitar mais ainda a saga.


    Jogos eletrônicos

    Para quem gosta de jogar no celular, no computador ou em videogames, os jogos eletrônicos baseados em livros são excelentes para a mente. Você treina sua mente, conhece da história e ainda consegue ter horas de diversão.

    Alguns dos jogos baseados em literatura que citei nos tabuleiros também ganharam versões eletrônicas, assim como tantos outros livros.

    Como exemplo, você encontra jogos baseados em As Crônicas de Nárnia, em O Senhor dos Anéis, entre tantos outros que conquistaram o respeito e admiração do público.


    Jogos como forma de estudo

    Já há bastante tempo que vários professores descobriram o poder dos jogos. E, a partir deles, é possível ensinar diversas matérias de forma divertida e descontraída.

    Jogos de RPG são utilizados para despertar criatividade, tabuleiros para trabalho em equipe, raciocínio lógico, outras modalidades para o trabalho de exatas e, em todos eles, os alunos aprendem brincando.

    Há ainda uma matéria bem interessante chamada Gamification. Para quem não conhece, seria, de maneira simples, transformar e relacionar aquele aprendizado com jogos. Com isso, o aluno se sente desafiado e motivado a seguir em frente até alcançar o final do jogo ou passar de fase.

    São excelentes estratégias que unem jogos, literatura e fazem com que o ensino aconteça.


    Lendas de Ladhone e Jogos: uma relação desde o início da saga

    Um dos comentários que mais recebemos de Lendas de Ladhone desde antes de seu lançamento, principalmente por parte de parceiros, é que o livro e a história têm todas as características de jogos.

    Essa interação, jogo x literatura, foi colocada de maneira proposital no livro. Tanto que algumas referências acontecem a jogos famosos.

    Para quem acompanha desde o início, sabe que lançamos Lendas de Ladhone – 1ª Lua: Dragões e Lobos e, no mesmo dia, lançamos Lendas de Ladhone – O Jogo, RPG clássico desenvolvido para Android e Windows. Agora, em nosso site, você tem a oportunidade de jogar online.

    Além desse jogo relacionado com a história, Lendas está crescendo. Já anunciamos Lendas de Ladhone – Livro de Aventuras, que será um livro-jogo RPG, com a possibilidade de 20 finais de acordo com suas escolhas.

    Para ampliar ainda mais o Universo de Lendas de Ladhone, em nossa live do dia 27 de janeiro anunciaremos novidades sobre jogos relacionados com nossa história, inclusive um brinde para quem estiver ao vivo.

    Nosso objetivo é mais do que fazer você jogar, é que, a partir dessa interação de jogos e literatura, você aproveite mais e mais Lendas de Ladhone.

    Gostou do artigo? Deixe um comentário e compartilhe com seus amigos.